AES/EBU (AES3) – audio digital

janeiro 21, 2010 · Deixe um comentário

AES/EBU

Audio Engineering Society/European Broadcasting Union

Sociedade dos Engenheiros de Áudio e União Européia de Radiodifusão são organizações que definem os padrões para a indústria do áudio.

“AES/EBU” é o termo utilizado no meio profissional para identificar o sinal de áudio digital profissional que é conhecido oficialmente como AES3.

A Sociedade dos Engenheiros de Áudio e a União Européia de Radiodifusão desenvolveram o padrão de transmissão de áudio digital AES3, que teve sua primeira publicação em 1985.

AES3 é uma interface serial ponto a ponto que transporta dados de áudio digitais ao longo de um cabo padrão e suporta taxas de amostragem de até 192 kHz. Dados de áudio são normalmente no formato de “pulse code modulation” (PCM).

O meio de transmissão é por cabo, com capacidade de banda-larga para permitir a transmissão serial de bits de dados de áudio digitais. A norma AES/EBU originalmente especificou o uso de um cabo de par-trançado com blindagem, mais tarde acrescentou uma nova especificação, AES3id-1996  para o uso de cabo coaxial de 75Ω.

A interface destina-se, principalmente a transportar sinais monofônicos ou estereofônicos. As informações de “bit-paralelo” são serializadas, enviando os bits menos significativos (LSB – least significant bits) primeiro. As informações de “Word-clock” são adicionadas para o “bit stream” para identificar o início de cada amostra no processo de decodificação.

A interface de áudio digital AES/EBU foi desenvolvida para transmitir dois canais de áudio digital, cada um usando entre 16 e 24 bits por amostra em um fio elétrico.

Tabela de caracteristicas AES3

Tabela de caracteristicas AES3

A norma para o AES3 é a mesma da parte 4 da norma internacional IEC 60958. Os tipos físicos de interligação definidos pela norma IEC 60958, são três de uso comum:

  • IEC 60958 Tipo I Balanceado – 3-condutores, 110-ohm cabo de par trançado com conector  XLR, usado em instalações profissionais (norma AES3)
  • IEC 60958 Tipo II Desbalanceado – 2-condutores, 75-ohm cabo coaxial com conector  RCA, usado em áudio doméstico
  • IEC 60958 Tipo II Ótico – fibra-ótica, normalmente plástica, mas podendo ser de vidro com conector F05, também usado em áudio doméstico

O sistema “S/PDIF”, foi desenvolvido essencialmente como uma versão para consumidores da AES/EBU, usando os conectores RCA mais comumente encontrados no mercado consumidor.

Referencias:

The AES/EBU digital audio signal distribution standardBY MICHAEL ROBIN

European Broadcasting Union, Specification of the Digital Audio Interface (The AES/EBU interface) – Tech 3250-E third edition (2004)

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Coversão de medida de volume e capacidade

novembro 25, 2009 · Deixe um comentário

Tabela de conversão de volume e capacidade

Tabela de fatores de conversão de volume e capacidade

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Coversão de medida de velocidade

novembro 25, 2009 · Deixe um comentário

Tabela de conversão de velocidade

Tabela de fatores de conversão de velocidade

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Conversão de medida de peso e massa

novembro 25, 2009 · Deixe um comentário

Tabela de conversão de peso e massa

Tabela de conversão de peso e massa

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Conversão de medida de área

novembro 25, 2009 · Deixe um comentário

Tabela de fatores de conversão de área

Tabela de fatores de conversão de área

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Conversão de medida de comprimento

novembro 25, 2009 · Deixe um comentário

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Conexões balanceadas e desbalanceadas.

novembro 9, 2009 · 2 Comentários

Nos sistemas de áudio frequentemente encontramos alguns equipamentos com entradas e saídas analógicas balanceadas e outros com entradas e saídas desbalanceadas, ou até mesmo com as duas opções. Mas qual é a diferença entre as ligações balanceadas e desbalanceadas?

 

 Ligação desbalanceada

 Um cabo de instrumento musical é um exemplo de linha desbalanceada que possui dois condutores. Um condutor é o terra, também chamado de comum, malha ou retorno. O outro é o sinal de linha também chamado de positivo ou “hot”. O positivo carrega o sinal e o terra atua como referencia.
 

Conectores desbalanceados

Plugs TS (P10 mono) e RCA

Conexões desbalanceadas usam normalmente conectores tipo RCA ou P10 mono (TS de ¼ de polegada). Os cabos normalmente são compostos por um condutor central envolvido por uma malha que servirá como proteção contra interferências de fontes externas como a indução de “HUM” pela proximidade de cabos elétricos, ou “RF” radio freqüência.

Ligação balanceada

 Além do condutor positivo citado acima, a ligação balanceada adiciona um outro condutor, chamado de negativo ou “cold”. O principio básico aqui é que os dois condutores carregam sinais idênticos mas com uma diferença de fase de exatamente 180°. As entradas balanceadas dos equipamentos possuem transformadores e amplificadores operacionais que respondem à diferença entre os sinais fora de fase e rejeitam sinais em fase (como ruídos que foram induzidos, ao longo do cabo, igualmente nos dois condutores – positivo e negativo).

Conectores XLR e TRS (P10 stereo)

Plugs XLR e TRS (P10 stereo)

As conexões balanceadas normalmente utilizam conectores tipo XLR (Canon) ou P10 stereo (TRS de ¼ de polegada). Os cabos são compostos por dois condutores que normalmente são trançados entre si, envolvidos por uma malha que servirá como blindagem contra ruídos.

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O que é um patchbay?

outubro 30, 2009 · Deixe um comentário

Podemos dizer que o patchbay é um painel que centraliza todas as conexões do estúdio. O patch pode ser de sinal analógico, digital, vídeo, controle, etc…
O importante mesmo é que todas as conexões, de origem semelhante (analógico ou digital ou controle, etc) cheguem até esse painel.
Tal qual uma telefonista fazia antigamente, ligando o telefone de uma casa ao de outra casa através de um cabo, o patch vai interligar os equipamentos do estúdio (shows, etc).
Manter a leitura →

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Road Show SC48 – Venue – Digidesign

outubro 25, 2009 · Deixe um comentário

 

 

 
Programação:

14:00 – 16:00 – Treinamento básico das mesas Venue

 

16:30 – 17:00 – Drink de boas vindas para todos

 

17:00 – 18:00 – Apresentação de Ricardo “Rocoto” Mantini, Especialista de Produtos Digidesign para América Latina

 

18:00 – 19:00 – Apresentação de plug-ins 19:00 – 20:00 – Dúvidas e sorteios de brindes

 

Road Show Venue SC 48

Road Show Venue SC 48

Veja em qual data o evento passará por sua cidade, e necessário que voce comfirme sua presença através do email pelucia@quanta.com.br, o email deve conter :
Nome completo
Endereço:
Telefone para contato:
Será lhe enviado um convite, para que voce possa participar do evento, no evento serão sorteados os seguintes brindes aos participantes:
01 Mbox Mini, 01 Mbox Micro, 04 Iloks e vários brindes
eja em qual data o evento passará por sua cidade, e necessário que voce comfirme sua presença através do email pelucia@quanta.com.br, o email deve conter :
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Será lhe enviado um convite, para que voce possa participar do evento, no evento serão sorteados os seguintes brindes aos participantes:
01 Mbox Mini, 01 Mbox Micro, 04 Iloks e vários brindes
 

 

 

 

Data dos Eventos
10/11 – Salvador
Local: Mercure Salvador
Endereço: Rua Fonte do Boi, 215 – Rio Vermelho

 

 

12/11 – Rio de Janeiro
Local: Teatro Suassuna
Endereço: Av. Das Américas, 2603 – Barra

 

16/11 – São Paulo
Local: Hotel São Paulo INN
Endereço: Largo Santa Ifigênia, 44-A – Centro

 

18/11 – Porto Alegre
Local: Hotel Plaza São Rafael (Plazinha)
Endereço: Av. Alberto Bins, 509 – Centro

 

 

 

 

 

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GRAVADOR ANALÓGICO – LIMPEZA DO SISTEMA DE TRANSPORTE

outubro 6, 2009 · 2 Comentários

Para garantir um bom desempenho do gravador analógico, a limpeza das cabeças e do sistema de transporte deve ser bem cuidado.

A fita analógica é feita de material magnético, que vai se desprendendo conforme passa pelos guias, rollers e cabeças do gravador (principalmente quando essas fitas são mais velhas ou reutilizadas).
O material que vai se depositando nos guias interfere diretamente no posicionamento e tracionamento da fita, mudando a forma como ela passa pelas cabeças. A consequência é proporcional à quantidade de material depositado. Quando mais sujo estiver o gravador, menos “fiel” será a gravação e reprodução do sinal de áudio.

As cabeças de gravação, reprodução e apagamento sujas também exercem influência negativa na leitura e gravação do sinal, porque o material depositado forma um tipo de uma “camada” que vai interferir diretamente na magnetização da fita.

A seguir, damos algumas dicas de como proceder para a limpeza do transporte do gravador analógico.

1- Limpeza dos guias do gravador: Limpar todas as peças metálicas que têm contato com a fita com algodão ou pano macio levemente umedecido com álcool isopropílico (cuidado para não deixar fiapos). Os guias, cuja função é manter a posição da fita na altura correta durante a passagem pelas cabeças, têm cantos em suas partes superiores e inferiores onde normalmente resíduos ficam acumulados e que são mais difíceis de limpar: uma dica é utilizar um cartão de visita umedecido com álcool isopropílico para retirar completamente esses resíduos.

Figura 1 - Guia do sistema de transporte (detalhe).

Figura 1 - Guia do sistema de transporte (detalhe).

2- Limpeza das cabeças: Proceda à limpeza das cabeças da mesma forma que com os guias, porém com bastante cuidado: não utilizar força demasiada para retirar os resíduos mais difíceis e sim passar mais vezes o algodão umedecido com álcool isopropílico.

Os passos 1 e 2 devem ser feitos diariamente. No caso de utilizar fitas antigas ou reutilizar fitas para novas gravações, esta limpeza deve ser feita a cada troca de fita ou sempre que perceber que o sinal está perdendo agudos ou nível (em casos mais graves).

3- Limpeza dos guias e pinch-roller: Lavar os guias e pinch-roller, que são compostos de borracha, com água e sabão neutro (não utilizar qualquer tipo de escova); o álcool ataca a borracha, por isso nunca deve ser utilizado para limpeza dessas partes. É necessário retirar essas peças do gravador e lavá-las fora e só recolocá-las quando estiverem bem secas. A água pode danificar algumas partes metálicas do gravador.

4- Desmagnetização das cabeças e do sistema de transporte: Este procedimento depende de quanto o equipamento é utilizado: deve ser feito a cada 50 horas de uso do gravador no modo play; também deve ser feito sempre antes de se utilizar o Tape de referência para alinhamento.

Utilizar um desmagnetizador para retirar resíduos magnéticos das cabeças e todas as partes metálicas por onde passa a fita. Para este procedimento o gravador deve estar desligado: o desmagnetizador dever ser ligado afastado do gravador e aproximado da peça a ser desmagnetizada lentamente até que chegue o mais próximo da peça sem tocá-la. Com movimentos lentos na vertical percorrer toda a extensão da peça por algumas vezes; mantendo o mesmo movimento, afastar o desmagnetizador lentamente. No caso dos guias livres é necessário girá-los lentamente enquanto desmagnetiza, para garantir que toda a superfície que tem contato com a fita seja desmagnetizada.

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